[FP] - HEPBURN, Levinsky

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[FP] - HEPBURN, Levinsky

Mensagem por Levinsky Hepburn em Sex Jun 27, 2014 10:10 pm


LEVINSKY HEPBURN
 
♀ Praticantes de Voodoo
♀ 20 anos

HISTÓRIA


"Sweet Mother, sweet Mother, send your child unto me, for the sins of the unworthy must be baptized in blood and fear."

Uma maldição? Uma benção? Mas para começar, os Hepburn's já foram uma família de grande poder, até que... Tudo naquele dia deu errado. Nunca fugiram de uma briga e Levi não foi criada com segredos à sua volta. Praticantes de Voodoo é o termo que define a sua família é o termo que define sua vida. Mas as coisas ficaram um pouco complicada depois de saber da Grande Proteção esse é o motivo pelo qual sua família estava sumindo, sua avó, assim como sua mãe deram suas vidas para a Grande Proteção, bruxos e praticantes não são uma boa combinação...

Levi foi a única que não levou essa vida à risca e os Hepburn's foram banidos da Finlândia. Proteção, acham que bruxas dão suas vidas para se proteger? Besteira! Ela ainda era apenas uma garotinha de dez anos quando soube o que queria. Queria uma vida normal, queria ir para a escola, brincar com outras crianças e participar dos rituais, sempre sendo alertada dos riscos, mas mesmo assim ela iria tentar. No primeiro dia de escola teve o primeiro contato com o "amor" e o primeiro contato com o chão. Parece que aquele menino que fez seu coração bater mais forte quando ainda era apenas uma garotinha que praticava cânticos de proteção contra feitiços pequenos.
Levi teve sua primeira briga na frente do garoto, a menina que agrediu a pequena criatura indefesa também tinha os mesmos pensamentos. Naquela hora ela desejava todo o mal para a menina, tudo o que ela fez foi olhar nos olhos daquela que estava em cima dela e puxar alguns fios de cabelo.

Ela era proibida de fazer o que estava prestes a fazer. De seu nariz ainda escorria sangue quando terminou a boneca. - Levinsky, pare! - Era tarde demais quando seu pai a alertou, a agulha longa e preta furou o espaço entre o braço e o pescoço da boneca. Seria uma parada cardíaca para os desavisados. Levi entrou em convulsão, a boca espumava e o sangue jorrava de seu nariz e ouvidos. Foi como uma viagem sem volta, um mundo obscuro sem lamentações, acham que ela se arrepende de ter tirado a vida de uma garota que apenas deu algumas bofetadas em sua cara? E tudo isso por um menino. Mas isso foi culpa de sua família, quem ama cuida e Levi levou isso ao pé da letra, acontece que se uma vida é tirada sem proposito uma vida que amamos é levada junto, e o menino por quem se apaixonara carregou esse fardo.

Deixou a escola no mesmo instante, não era possível controlar sua raiva a mudança se tornou rotineira em sua vida, e sempre que fazia alguma burrada era seu pai que a acobertava, com grandes rituais de esquecimentos que levava as pessoas acreditarem que aquilo não tinha acontecido, mas as lembranças sempre voltaram, por que seu pai era fraco! Tinha medo do que podia fazer. Levi queria uma vida onde respirasse macumba, onde entrasse em convulsão quantas vezes fosse preciso, onde seus olhos ficassem brancos, e que falasse em outra voz. Não queria ser uma fugitiva, ficar e enfrentar, ficar e se unir! "Levinsky, não!" Chega disso, chega de ser negada.

Se apaixonar era ser fraca, se importar era ser fraca. Não usufruir de seus poderes era ser fraca! Largou os ensinamentos de sua família e de seu pai para praticar os caminhos obscuros do voodoo. E com isso descobriu New Orleans, mulheres como ela que não tinham medo de suas capacidades, acabar com amores, dar sorte para aqueles que merecem,  maldição para outros e confrontar bruxas, Levi ainda não descobriu ao certo qual é a dessa rixa, tinha sido isolada desse mundo, os rituais eram o seu grande divertimento, as amizades que fez a sua nova família, acolheu uma menina perdida, via em seus olhos uma grande capacidade. Romena, em poucos dias tornaram-se grandes amigas, e o que vem fácil vai fácil. Levi não tem medo de julgar os outros e colocar sua verdadeira identidade na mesa. Aquela vadia tinha sucumbido ao poder das vadias mor, e como eram grandes amigas Levinsky a entregou, ser chamada de pau no cu era pouco. O que Romena fez jamais seria perdoado, a ruiva colocou isso em prioridade em sua lista, ir atrás de Romena? Não, isso não é preciso quando se é uma praticante de voodoo.  

Depois dos acontecimentos Levinsky mudou completamente, a vida adulta lhe caiu muito bem, grandes responsabilidades vieram com o tempo e junto a isso a vontade de cuidar de seus semelhantes a Grande Proteção que antes era repugnante para ela, talvez agora ela veja esse ritual com outros olhos, mas isso só será usado em último caso.

DESCRIÇÃO PSICOLÓGICA


Raiva, desespero, abandono, solidão, felicidade, amor, perdão, acolhimento, vingança, um turbilhão de emoções que cerca a vida da menina como se fosse um pesadelo sem fim. Nos últimos anos ela não teve para onde correr, enfrentou boa parte de seus medos sozinha. Sua família nem sempre está por perto para poder afogar as magoas do abandono, é a última dos Hepburn e sabe que não poderá levar esse sobrenome adiante e lembrar disso abre um buraco em seu peito, se sente sem chão, é como cair no buraco do País das Maravilhas, longos anos que não foram aproveitados, depois dos seus dez anos quando sua mãe se fora, se a garota sabe se sua mãe esta morta ou não? Quem sabe? Um dia você acorda com a maior alegria do mundo, no outro você sente que sua alma, que um pedaço de você está faltando. A garota está sob os cuidados do pai pelo menos estava. Além de estar em um lugar onde todos possuem as mesmas habilidades, onde ela pode dividir seus conhecimentos. Vamos partir para o inicio... Descobrir que se é da parte bastarda da família nunca é uma noticia boa, os ataques de rebeldia começaram como um furacão, a menina queria destruir tudo o que via, dar inicio aos seus vícios, querer inimizade com todos era apenas um aperitivo, isso foi aos treze anos.
Agora uma pontinha de responsabilidade sobe a cabeça, de que adiante se afastar de todos e ficar sozinha no mundo? Com o tal sumiço da mãe, a mudança da Finlândia para um lugar totalmente novo, um processo lento entre sua adolescência e vida adulta, amizades que antes eram duradouras já não estão mais em destaque... E com isso chegou a conclusão de que não pode mais confiar em ninguém, muito menos ser a menina boba de antes, bem, agora é uma mulher que não liga a minima se sua mãe está bem ou não. As regras são bem claras, fique com aqueles que pertencem à sua mesma natureza.



DESCRIÇÃO FÍSICA


Vamos começar pela estatura, é algo que ninguém deveria saber, então vamos deixar isso em primeiro lugar já que temos outras descrições físicas e todos vão esquecer de primeira. 1,60, e vamos pular essa parte. Mesmo de estatura baixa como a garota define, talvez para os outros seja mediana, e não liga para as piadinhas internas. Olhos amendoados, a cor varia de acordo com o ambiente, podem ser de um castanho escuro profundo na falta de luminosidade assim como castanho claro e brilhosos na alta luminosidade, não vive sem maquiagem, mas nada muito boçal ou que a faça passar por alguém que se importe com a imagem.
Seus olhos são vitimas do poderoso delineador e lápis de olho, tem uma facilidade invejável de expressar suas emoções com apenas uma arqueada em sua sobrancelha definida, algo que a genética de sua mãe ajudou, assim como a palidez cadavérica e a magreza doentia, suas veias azuladas são bem visíveis, quem vê e não a conhece muito bem acha que a menina é portadora de alguma doença, tem facilidade para marcar seu corpo com hematomas misteriosos, possui várias cicatrizes de guerra por assim dizer, quando criança o chão adorava o corpo da menina sempre trazendo novos machucados para dentro de casa, possui várias cicatrizes nos joelhos lugar tipico para esse tipo de coisa. Seus lábios bem definidos e rosados são obras de sua mãe.
O cabelo de cor indefinida já tivera uma cor viva, loiro claro, mas em uma ataque de rebeldia aos treze anos a menina deu um jeito de se livrar da cor, hoje passa a ser um ruivo acastanhado. Quando sua mãe morreu, Levinsky mudou totalmente seu estilo, não se tornou rebelde e sim uma prisioneira do passado, vestindo roupas do estilo vintage, usando as joias de sua mãe, assim como os vestidos. A garota gosta do estilo velho e de como as pessoas se vestiam no passado  

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Re: [FP] - HEPBURN, Levinsky

Mensagem por Theodore Rockenbach em Dom Ago 03, 2014 10:32 pm


FICHA APROVADA
 


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